Aberturas do Programa do Jaum

Na próxima semana o Programa do Jaum volta de cara nova. Por isso, resolvi postar aqui hoje um histórico das vinhetas do programa, que desde 2004 está no ar. Observem que desde a primeira, quando eu só sabia mexer no Movie Maker, muita coisa mudou. Aprendi a colocar um elemento ou outro no Sony Vegas e as aberturas foram ganhando uma carinha melhor. Permanecem as estrelas, mas hora ou outra entra algum detalhe, como os famosos band-aids de 2009 e os patos que marcaram presença em algumas.

O tema musical Smile Everyday, da dupla Cídia e Dan também marcou o início do programa e na hora de mudá-lo foi um parto. Experimentei Matador, dos Arctic Monkeys e apesar da música ser muito bacana, não pegou. Foi com Daylight, de Matt and Kim (tenho sorte com duplas) que o programa passou a ser chamado de Videolog do Jaum, em 2009 e voltou a ser bacana. Mas xiaram tanto que eu voltei com o título Programa do Jaum.

Agora, o Programa ganha nova abertura onde voltam as estrelas, os games, os patos (em um remake da chuva de quack-quacks de 2009) e eu, fazendo as caras e bocas e sobrancelhas de sempre, com meu Fala, galera, tão característico.

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Para inspirar a segunda: Signs!

Desde criança, ouço críticas por falar demais. É cala a boca moleque, fale menos, seja mais reservado.

Foi aí que eu um dia resolvi me calar e ficar na minha. E foi a pior coisa que eu fiz, sério!

Foi com teatro, música e vídeo que eu consegui me libertar e me expressar novamente. Algo parecido com o que acontece com o protagonista de Signs, um curta metragem de Patrick Hughes que mostra o quanto a comunicação pode transformar o mundo de uma pessoa radicalmente. Ganhador de Cannes em 2009, o curta é puro romance. Uma história simples e emocionante.

E mais que isso, é um filme de amor, bom pra uma segunda feira inspiradora! (more…)

Enquanto isso no Videolog: Repeat

Neste espaço do JotaLog, vão figurar vídeos que estão no Videolog e que merecem destaque. E o desta semana só podia ser Repeat, do Estúdio Tela Branca, que une fotógrafos, ilustradores, escritores e produtores de vídeo.

Pelo visto a galera é bem dedicada, já que os trabalhos são criativos e chamam a atenção. Repeat mostra um artista buscando a arte e sendo buscada por ela também. Uma verdade artística que exige simplicidade e sinceridade para ser entendida, mas que eles souberam traduzir em um minuto.

Minha avaliação do vídeo: Façam uma série! Continuem a saga do artista e da arte. Nós merecemos boas produções!

White Noise: Você vai se viciar nesse som.

Inaugurando nossas sextas musicais aqui no Jotalog, ninguém melhor do que essa garota. Lauren O´Connell é uma dessas vozes marcantes que você ouve e nunca mais esquece. A garota da California que aparece no vídeo acima tocando todos os instrumentos de sua canção “White Noise” é além de muito bonita, totalmente cool e talentosa.

Eu já ouvi umas trocentas vezes depois da indicação de minha amiga Paty Mantovanni e já virei fã. Mallu Magalhães que se cuide.

Agora que você já ouviu o doce e bom som da Lauren, pode “curti-la” no Facebook e ouvir mais do seu som em seu MySpace.

Oi, ele é o Nhock! E tu tem que ver!

Tu tem que ver é um espaço onde boas produções da web vão aparecer aqui no JotaLog. E com esse nome tão “gaúcho”, o espaço não teria um anfitrião melhor que meu querido amigo Nhock, do blog-bacana Haznos.

No vídeo, ele é surpreendido por um ser estranho que o interroga sobre uma das questões mais complexas que circundam (gostaram do termo?) a vida do Nhock: Mas por que cargas d’água esse apelido? E a resposta vem no vídeo, que é o piloto de um seriado semanal com muito suspense e gauchês.

Eu vi o vídeo e depois fui ler um poucos dos comentários feitos com relação a ele. E lá estavam pessoas dizendo que ele é um “péssimo ator“, que “fala estranho“. E eu não entendi nada dessas críticas. Primeiro que não há ninguém atuando ali, o cara é assim mesmo e é gente boa pacas. Segundo que o sotaque gaúcho dele (não só dele, mas do Júlio Câmara e do Rafa do Sopre o Cartucho) é assim mesmo. E eu digo pra vocês: estive com os três no Blog Beach e era foda entender o que eles falavam. Agora vocês, vendo o vídeo, sabem como me senti na roda.

Minha avaliação do vídeo: falar mais devagar vai ajudar, mas a legendinha colocada já sanou a dificuldade do sotaque. A edição está bem bacana, limpa e sem frescuras, o que pra mim é um ponto mega positivo. A trilha sonora algumas vezes “invade” as falas e atrapalha um pouco, mas o mais importante é: dá vontade de ver o segundo!

Portanto, galera! Trabalhem bastante. Tem gente querendo ver a continuação! E parabéns pela iniciativa, que já começou super bem com um apoio cultural da Mad.

Maurício de Sousa agradece aos fãs pelo sucesso na tv e no YouTube!

Maurício de Sousa está todo feliz. E não é pra menos. O canal da turminha no YouTube completa um ano após um grande número de visitas e a animação que estreou sábado passado na Rede Globo alcançou uma média de 10 pontos de audiência, liderando o horário.

Então, o pai da Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali resolveu gravar um vídeo no maior estilo videolog, agradecendo o público pelo carinho. Algo que vem sendo ensaiado desde 2008 (na época, o estúdio planejava criar uma Tv Turma da Mônica, com bastidores).

Experiência positiva, fácil de fazer (parece ter sido gravada com webcam) e que dá resultados. Sempre bom ver o artista falando com o público assim, de maneira direta. E é emocionante. Afinal, quem nunca leu um gibi dos personagens mais amados do Brasil?

E claro que eu fiquei todo feliz em “me ver” ali, embaixo do Maurício.

Acesse o canal Clips da Turma

Oven Idea: Inspiração, amor em forma de vídeo

Volta e meia vou postar algum vídeo que me fez ficar inspirado a criar algo, a mandar uma mensagem bacana pra alguém, ou simplesmente me fez sonhar um pouco mais alto.

E vejam só, o primeiro vídeo altamente inspirador chegou cedo, por sugestão de um amigo, o Rodrigo van Kampen. Tudo bem que o vídeo foi produzido pela irmã dele e isso cheia nepotismo, mas que ele é bacana, isso é. “Oven Idea” é uma releitura da canção “Anyone Else But You“, do The Moldy Peaches, que ficou famosa graças ao filme “Juno“.

E é impressionante como um casalzinho tocando violão e cantando + animação simples + canção de amor conseguem deixar uma noite de quarta feira mais bonita. Confere e me diz se não te inspirou!

O JotaLog está oficialmente no ar!

Fala galera! Agora sim, a casa tá pronta e você tá convidado a participar!

Tem algum vídeo bacana seu? Manda o link aí!

Viu algum clipe fodástico e quer compatilhar? Algum coisa trash e divertida? O espaço tá aqui.

Eu já estou selecionando alguns bem bacanas, por isso fique ligado!

Bjaum!

Eu, minha timidez e a coragem pra mudar

Hoje participei pela segunda vez do Programa Login, da TV Cultura, falando sobre timidez. Dá uma espiada:

O tema veio bem a calhar, já que estou me preparando para encarar um evento onde vou falar sobre meus trabalhos, etc e tal, para uma galera considerável. E desde já, sinto “as mariposas no estômago” me perturbarem um bocado.

Antigamente, quando era um gurizinho, eu mal falava na escola, de tanta vergonha. Entrar em uma padaria, por exemplo, e pedir algo era complicado demais! Eu gelava, suava frio e até ouvia risadas de condenação.

Na adolescência a coisa ficou mais trash. Eu não apresentava trabalhos na frente da sala de aula, não dava recados e na hora de procurar meu primeiro emprego, cacei um em que eu pudesse ficar bem quieto sem falar com ninguém: um escritório. Telefone? É ruim, hein? Falar em um era sinônimo de gaguejar.

Mas aí tu me pergunta: Como foi que o Jaum venceu a timidez a ponto de botar a cara barbuda semanalmente em um videocast?

E eu te respondo! Tudo começou quando me fizeram um convite para atuar no teatro. Eu gelei, é claro, mas resolvi enfrentar o medo e subir no palco. Papel de coadjuvante, mas estava eu lá, em cima do palco, sendo visto por uma galera. Cara queimando, sangue fervendo, mas enfrentei. E venci.

Dali para vocalista de uma banda de hardcore foi um pulo. E lá estava eu, cantando para uma galera e deixando a timidez de lado.

O ponto alto disso tudo foi o Videolog, onde literalmente coloquei a cara à tapa e enfrentei críticas, deboches e principalmente: ganhei amigos que me acompanham e curtem o Programa do Jaum.

E vejam só: hoje estava eu ao vivo, em rede nacional, na tv. Com frio na barriga, claro, mas estava lá. E foi bem divertido. Não seria, se eu tivesse dado mais vazão à minha timidez do que à vontade de experimentar.

Por isso, te deixo esse toque: vença seus medos e receios enfrentando um a um. A luta vai ser dolorosa, difícil e demorada. Mas se existir um vencedor, que seja você!

Um abraço!

Porque a Holger não sai do repeat aqui

Eu tenho algumas bandas prediletas, dessas que volta e meia, me fazem ouvir uma música só durante horas, no repeat. Sabe quando você simplesmente não enjoa e deixa ela tocando enquanto a cabeça viaja em mil pensamentos?

Comigo é assim com praticamente todas do Arctic Monkeys, do Kaiser Chiefs, Hillsong e da Marisa Monte. E aí entram umas novas paixões musicais, como Érika Machado,  Charme Chulo e Locksley. Conheço bandas daqui da região como a Lusofones e a Sonicopatas e viro fã, somando no playlist do dia-dia.

Foi numa dessas, em 2009, que conheci a Holger. E foi na tv, vendo os malucos da banda cantando, tocando e dançando de forma desengonçada, que eu me inspirei pra caramba. E aí foram várias identificações: as camisas xadrez, o estilo despojado e claro, o bom e criativo som da banda.

Procurei, baixei e foi amor a primeira vista. Os caras mandam muito bem, com músicas como “She Dances” e “The Auction” (essa última foi trilha de um bom momento da minha vida, por causa de trechos como “Eu estava indo leiloar meu coração, mas não alcancei o preço mínimo. Então eu pensei que poderia deixá-lo como prêmio maior de um bingo“). Desde então, ando pra lá e pra cá com o fone de ouvido ouvindo o som dos caras. (more…)

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