O tempo tem passado rápido e nem sempre as coisas são tão fáceis, né? A foto que ilustra esse post é da minha festinha em família no dia 3 de abril, quando fiz meus 27 anos. Como todo mundo faz (eu acho que todo mundo faz isso), fiz alguns pedidos ao assoprar a vela. Mais que isso, agradeci pelo excelente ano que passou e pelas pessoas que conheci. Sem exceção, foi um ano muito bom e cheio de gente legal.
O fato é que o novo ano, a nova fase, o novo ciclo trouxe dificuldades que me exigiram uma pequena pausa pra pensar e priorizar coisas que até então, eu não tinha me dado conta. E conciliar tudo isso aqui dentro necessitou que eu parasse mesmo, desse um tempinho para certas diversões e pensasse no adulto que eu, finalmente, quero ser. A fase “Peter Pan” tem que acabar, uma hora ou outra, né? E a minha chegou.
O processo que até então parecia ser lento, cansativo e doloroso, ganhou uma cor especial quando entendi que a infância não precisa ficar distante 100%. Aprendi isso quando passei a valorizar ainda mais as primeiras palavras que meu sobrinho tem pronunciado. E agora tenho motivos para ser um tio ainda mais babão: a palavra predileta dele é “Jaum”. Ele me chama o dia todo, me dá a mãozinha pedindo pra brincar e até grita comigo. Bah, o que seria de mim sem esse guri?
Isso me inspirou a trabalhar bastante em um projeto muito bacana que no tempo certo, vou mostrar pra vocês, mas que está ficando muito lindo. E tem total inspiração no Murilo, o sobrinho que eu amo pra caramba.
Pra finalizar, só queria dizer que tá tudo bem. O período é de mudança, de priorizar coisas mais urgentes e isso significa uma pequena mudança de comportamento. De comportamento, e não de personalidade, ok? Aqui, mesmo com as lutas cotidianas e processo de amadurescimento, continua o velho Jaum que a qualquer momento vai aparecer com a cara de tacho, olho apertado e barba por fazer, gritando: “FALA GALERA!”, no videolog.
Beijaum, fiquem com a belíssima canção de Érika Machado, “As Coisas”, que nesse vídeo produzido pela excelente equipe do Música de Bolso, tem a participação da Fernanda Takai. Não podia ser mais perfeito.
Deve haver pra tudo, nessa vida, alguma explicação. E assim como nas frases, no nosso coração cabe tudo, ao mesmo tempo.












“Bah, o que seria de mim sem esse guri?” – Gaúcho detected!
E que te sigam os bons
BjoBjo, abraço apertado!
ahhhhh Jaum me emocionouu (:
quando fala do seu sobrinho imagino até seus olhos brilhandoo, o que seria da nossa vida sem esse pekénos anjos néh
desejo tudo de bom nessa nova fase, fiquei ansiosa pelo novo projeto.
Beijaum ?