Parece uma ideia simples, mas viver, ser feliz e amar são coisas cada vez mais difíceis no meio em que vivemos.

Tanto é que volta e meia, temos que recorrer a filmes, músicas e amigos para re-aprender a amar, sorrir e pensar que vale a pena viver.

Eu era um bocado frio em relação às histórias de suicídios que via nos jornais, até que aconteceu algo perto de mim: um amigo, da minha idade, com filha de 5 anos e casado, se jogou de um viaduto, na linha de trem, bem na hora em que a locomotiva passava. E aí eu passei a prestar atenção nessas histórias tão tristes.

Uma história próxima foi o ponto inicial para o trabalho de Jamie Tworkowski. Ele conheceu Renee, uma jovem que chegou a ser rejeitada por uma clínica de reabilitação, devido ao seu comportamento de auto-mutilação. Ela tinha um histórico de vida nada fácil. Após tentar o suicídio, Renee ficava escrevendo “fuck up”  em seus braços, com o próprio sangue.

Tworkowski  se mobilizou e chamou os amigos para obter apoio financeiro para ajudar Renee, com venda de camisetas e uso de redes sociais como o MySpace. A experiência deu resultado e a garota decidiu procurar ajuda.

Questionado sobre o porque de tanto esforço para ajudar a garota, Jamie explicou que os braços dela não deveriam conter expressões negativas, mas sim a palavra AMOR. Daí o nome do projeto, “To Write Love on Her Arms” (Para escrever amor nos braços dela).

Hoje o trabalho cresceu e mobiliza bandas como Paramore, Copeland, Switchfoot e Anberlin. Até Miley Cirus, a Hannah Montana, apoia a causa. No Brasil, bandas como Fake Number e Fresno usam as roupas (por sinal, muito bonitas) que divulgam a campanha.

Assista aqui um vídeo onde o próprio Jamie Tworkowski fala sobre as causas do projeto:


Você pode seguir o TWLOHA no Twitter, no Facebook e no site do projeto.

O Amor é um movimento e a esperança NÃO é um mito!