O JotaLog está oficialmente no ar!

Fala galera! Agora sim, a casa tá pronta e você tá convidado a participar!

Tem algum vídeo bacana seu? Manda o link aí!

Viu algum clipe fodástico e quer compatilhar? Algum coisa trash e divertida? O espaço tá aqui.

Eu já estou selecionando alguns bem bacanas, por isso fique ligado!

Bjaum!

Eu, minha timidez e a coragem pra mudar

Hoje participei pela segunda vez do Programa Login, da TV Cultura, falando sobre timidez. Dá uma espiada:

O tema veio bem a calhar, já que estou me preparando para encarar um evento onde vou falar sobre meus trabalhos, etc e tal, para uma galera considerável. E desde já, sinto “as mariposas no estômago” me perturbarem um bocado.

Antigamente, quando era um gurizinho, eu mal falava na escola, de tanta vergonha. Entrar em uma padaria, por exemplo, e pedir algo era complicado demais! Eu gelava, suava frio e até ouvia risadas de condenação.

Na adolescência a coisa ficou mais trash. Eu não apresentava trabalhos na frente da sala de aula, não dava recados e na hora de procurar meu primeiro emprego, cacei um em que eu pudesse ficar bem quieto sem falar com ninguém: um escritório. Telefone? É ruim, hein? Falar em um era sinônimo de gaguejar.

Mas aí tu me pergunta: Como foi que o Jaum venceu a timidez a ponto de botar a cara barbuda semanalmente em um videocast?

E eu te respondo! Tudo começou quando me fizeram um convite para atuar no teatro. Eu gelei, é claro, mas resolvi enfrentar o medo e subir no palco. Papel de coadjuvante, mas estava eu lá, em cima do palco, sendo visto por uma galera. Cara queimando, sangue fervendo, mas enfrentei. E venci.

Dali para vocalista de uma banda de hardcore foi um pulo. E lá estava eu, cantando para uma galera e deixando a timidez de lado.

O ponto alto disso tudo foi o Videolog, onde literalmente coloquei a cara à tapa e enfrentei críticas, deboches e principalmente: ganhei amigos que me acompanham e curtem o Programa do Jaum.

E vejam só: hoje estava eu ao vivo, em rede nacional, na tv. Com frio na barriga, claro, mas estava lá. E foi bem divertido. Não seria, se eu tivesse dado mais vazão à minha timidez do que à vontade de experimentar.

Por isso, te deixo esse toque: vença seus medos e receios enfrentando um a um. A luta vai ser dolorosa, difícil e demorada. Mas se existir um vencedor, que seja você!

Um abraço!

Porque a Holger não sai do repeat aqui

Eu tenho algumas bandas prediletas, dessas que volta e meia, me fazem ouvir uma música só durante horas, no repeat. Sabe quando você simplesmente não enjoa e deixa ela tocando enquanto a cabeça viaja em mil pensamentos?

Comigo é assim com praticamente todas do Arctic Monkeys, do Kaiser Chiefs, Hillsong e da Marisa Monte. E aí entram umas novas paixões musicais, como Érika Machado,  Charme Chulo e Locksley. Conheço bandas daqui da região como a Lusofones e a Sonicopatas e viro fã, somando no playlist do dia-dia.

Foi numa dessas, em 2009, que conheci a Holger. E foi na tv, vendo os malucos da banda cantando, tocando e dançando de forma desengonçada, que eu me inspirei pra caramba. E aí foram várias identificações: as camisas xadrez, o estilo despojado e claro, o bom e criativo som da banda.

Procurei, baixei e foi amor a primeira vista. Os caras mandam muito bem, com músicas como “She Dances” e “The Auction” (essa última foi trilha de um bom momento da minha vida, por causa de trechos como “Eu estava indo leiloar meu coração, mas não alcancei o preço mínimo. Então eu pensei que poderia deixá-lo como prêmio maior de um bingo“). Desde então, ando pra lá e pra cá com o fone de ouvido ouvindo o som dos caras. (more…)

Puro POP!

Fala galera!
O Programa de hoje tá puro pop!
(more…)

Relembrando um dia bom!

Fala galera! Volta e meia me perguntam onde a minha entrevista no Programa do Jô[bb], em 2007, pode ser vista.

Ela tá aqui no site. Um tanto escondida, é verdade. Por isso, resolvi postar de novo aqui, mais fácil de ser encontrado e assistido.

Pra começar, um vídeo dos bastidores do dia em que eu tive… bem, dores de barriga frequentes, pra não ser muito porco.

E aqui, o vídeo da entrevista:

Detalhe a falta de barba (cruzes) e a vinheta antiga do Programa, com o tema “Smile Everyday[bb]“.

Té a próxima!

Viva o Pac-Man!

O game mais famoso do mundo está completando 30 anos e o Programa do Jaum faz uma comemoração especial para isso! (more…)

OZ, segurança, paz e a prisão.

Opa, esse vai ser um post rápido porque tenho um casamento pra ir e tá na hora, mas não podia deixar de passar por aqui para comentar o episódio final de uma série que é bem antiguinha, mas como não tive a oportunidade de ver na tv a cabo, vi pelo Sbt (o que foi uma tortura, devido às idas e vindas da série no canal): OZ.

Oz é uma série que fala do dia-dia de uma penitenciária de segurança máxima. Segurança para quem tá do lado de fora, claro, porque lá dentro acontece de tudo. Estupros, mortes, tráfico e até paixões. Um detento se apaixonando pelo outro, matando por amor, morrendo por amor, fazendo planos para garantir o relacionamento.

E finalmente, o episódio final da série foi exibido na tv aberta, encerrando assim uma das melhores séries que eu já vi. Gostaria de falar MUITO de OZ, já que ao meu ver o lado forte e cruel da série não está no sangue, nas lutas, no palavreado pesado, mas sim na forma como os sentimentos são expostos. É uma série de primeira. Nada ali é gratuito: nudez, violência, etc. E olha que isso é o que mais tem em OZ, como você pode ver na abertura da série:

E sabe o que é mais surpreendente na série? A frase final, dita pelo narrador-detento-morto Augustus:

Então, o que nós aprendemos?

Qual foi a lição de hoje, depois de incessantes dias e noites em OZ?

Que a moralidade é efêmera? Que a virtude não pode existir sem violência?

Que ser honesto é um defeito? Que dar e receber amor tanto nos rebaixa quanto nos eleva?

Que Deus, Alá ou Jeová sabem responder perguntas que nós nem ousamos fazer?

A história é simples. Um homem vive na cadeia e ele morre. Como ele morre, é fácil saber.

Quem era ele e por que ele morreu é a parte complicada… a parte humana… é a única parte que vale a pena entender…

Paz!

E sabem o que mais? OZ é o tipo de série que nos faz rever nossos interesses, sonhos e desejos. E a forma como lutamos por eles, muitas vezes fazendo jogos e artimanhas. E OZ mostra que de certa forma, tanto eu quanto você temos em algum momento, uma prisão interna onde a segurança não é máxima!

Um trabalhão para escrever AMOR no mundo

Parece uma ideia simples, mas viver, ser feliz e amar são coisas cada vez mais difíceis no meio em que vivemos.

Tanto é que volta e meia, temos que recorrer a filmes, músicas e amigos para re-aprender a amar, sorrir e pensar que vale a pena viver.

Eu era um bocado frio em relação às histórias de suicídios que via nos jornais, até que aconteceu algo perto de mim: um amigo, da minha idade, com filha de 5 anos e casado, se jogou de um viaduto, na linha de trem, bem na hora em que a locomotiva passava. E aí eu passei a prestar atenção nessas histórias tão tristes.

Uma história próxima foi o ponto inicial para o trabalho de Jamie Tworkowski. Ele conheceu Renee, uma jovem que chegou a ser rejeitada por uma clínica de reabilitação, devido ao seu comportamento de auto-mutilação. Ela tinha um histórico de vida nada fácil. Após tentar o suicídio, Renee ficava escrevendo “fuck up”  em seus braços, com o próprio sangue.

Tworkowski  se mobilizou e chamou os amigos para obter apoio financeiro para ajudar Renee, com venda de camisetas e uso de redes sociais como o MySpace. A experiência deu resultado e a garota decidiu procurar ajuda.

Questionado sobre o porque de tanto esforço para ajudar a garota, Jamie explicou que os braços dela não deveriam conter expressões negativas, mas sim a palavra AMOR. Daí o nome do projeto, “To Write Love on Her Arms” (Para escrever amor nos braços dela).

Hoje o trabalho cresceu e mobiliza bandas como Paramore, Copeland, Switchfoot e Anberlin. Até Miley Cirus, a Hannah Montana, apoia a causa. No Brasil, bandas como Fake Number e Fresno usam as roupas (por sinal, muito bonitas) que divulgam a campanha.

Assista aqui um vídeo onde o próprio Jamie Tworkowski fala sobre as causas do projeto:

Você pode seguir o TWLOHA no Twitter, no Facebook e no site do projeto.

O Amor é um movimento e a esperança NÃO é um mito!

Imagem do post by Forever Forgotten

Era pra ser um domingo tão bom…

Uma vez me disseram: jamais poste no blog quando estiver de mau-humor. Mas eu vou quebrar a regra.

Tudo dava a entender que hoje seria um domingo perfeito. Desses que passam até rápido, por causa das atividades boas e produtivas. Eu tinha até feito uma listinha, ontem, enquanto estava aproveitando a noite de sábado: gravar o videolog, postar nos blogs, terminar um projeto para amanhã e ver uns filmes que até agora não consegui ver.

Aí, pela manhã chegam minha irmã, cunhado e meu sobrinho. Até aí tudo bem, é costume de domingo e por mais que o guri esteja ficando bagunceiro, o amor fala mais alto e eu deixo ele fazer coisas como jogar meus gibis no lixo, por exemplo.

Mas aí a campainha não para de tocar. É gente que supostamente, quer ver a criança, dar um abraço, brincar com ele. E todo esse povo resolve se enfiar onde? No meu quarto! Eba, festa no quarto do Jaum!

A gritaria começa, todo mundo vem, tira alguma coisa do lugar (alguém precisa ensinar esse povo que as miniaturas que eu tenho no quarto, cuidadosamente colocadas na mesa, não são brinquedos para serem jogados por aí), ligam meu computador pra ver “fotinha de orkut” e mudam a tv de canal. Pronto, agora estou assistindo involuntariamente o Domingo Legal enquanto a vizinha acha minha câmera “moderna”.

Mas calma, meu caro! Eu imagino que se uma coisa pode piorar, ela piora: minha tia recebe hoje a visita das 3 netas. E assim, como quem não quer nada, sugere que ela venha se divertir, adivinhem onde: NO QUARTO DO JAUM! (more…)

Adoro comerciais bem bolados!

Eu adoro comerciais bem bolados. E esse é um dos mais bacanas que eu já vi.

O conceito dele é simples: mostrar que o carro é econômico e por isso “destrói” os galões de gasolina, algo assim. Mas não é o que importa.

O bacana é o início do comercial, que mostra uma visão de cima de um prédio, com o carro preparando-se para ir para a guerra.

E… Saca só a referência! SPACE INVADERS, irmão!

Alfa Romeo Mito – Space Invaders from Spy Films on Vimeo.

Muito bem bolado, diz aí! Eu não gamo tanto em um comercial desde que vi esse:

Eu racho de rir com a brincadeira que fizeram com Flashdance. A atriz parece estar com o diabo no corpo e o comercial é hilário!

Tá certo que o comercial de Brilho Fácil não tem NADA a ver com o do Alfa Romeo, mas… Bom, esse é um post perdido. Mas divertido, diz aí!

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