É, um ano se passou. E o bebezinho que só chorava e dormia, hoje fala e apronta um bocado. Corre pra lá e pra cá.

Chama “papai” e “mamãe”, mas nada de “titio” ainda. Ele só me chama de “Ô”, “Aguéééé!”.Tá bom, ele pode chamar do jeito que for, eu não me importo e o amo demais.

Parabéns, Murilinho… Meu maior amor nessa vida, que me devolveu o sentido pra viver e acreditar que, por mais perdas que tenhamos nessa vida, sempre há continuação e chance para um final feliz, nessa vida!

E eu me lembro como se fosse hoje, a primeira vez que te vi. E eu, munido de uma câmera, chorei como nunca, na vida. De alegria, é claro.

Te amo, guri!